08/09/06 PORTUGAL: As Torres de Tróia um ano após a sua implosão
Tróia: um ano depois, a nova paisagem surge no horizonte
Projecto da Sonae e da Amorim contempla complexo turístico, casino, marina e 4.191 camas até 2011, num investimento de 500 milhões de euros. As primeiras inaugurações estão marcadas para Maio de 2008.
Gilda Sousa
A partir de Maio de 2008 Tróia pode ser escala para navegadores e milionários. É certo que não é esse o público-alvo dos empreendimentos imobiliários e turísticos que a Sonae está a projectar para a Península, mas a verdade é que a marina, o casino e o hotel de cinco estrelas, os primeiros projectos a inaugurar, garantem novos mercados a um destino turístico que estava limitado à praia e que era pouco mais do que um subúrbio luxuoso de Lisboa.
A inauguração da era pós-Torralta caberá assim a Jorge Armindo, enquanto presidente da Amorim Turismo, o promotor que comprou à Sonae a concessão do casino e o imóvel em que este ficará instalado, tal como o hotel de cinco estrelas com 536 camas, um centro de congressos para mil pessoas e um Spa. O complexo tem data de abertura para Maio de 2008, de acordo com uma fonte do grupo, e representa um investimento total próximo dos 100 milhões de euros.
Nessa altura estará já pronta para receber embarcações de recreio e barcos de transporte de passageiros a marina, que ficará instalada no local onde agora atracam os ‘ferries’ que ligam a Península a Setúbal. A haver festa de inauguração, será Belmiro de Azevedo o anfitrião. O empresário pode até ter de partilhar o palco com os responsáveis da Amorim Turismo, mas não os louros.
Comprou a falida Torralta em 1997, negociando os créditos do Estado com o Governo então liderado por António Guterres. Em troca, comprometeu-se a investir, revitalizando um destino turístico iniciado de forma grandiosa na década de 70 pelo empresário Agostinho da Silva. Esperou oito anos pelo licenciamento.
O Governo de Santana Lopes, já no final do mandato, aprovou a primeira fase do projecto (UNOP 1 , a do casino-hotel e marina). Mas foi José Sócrates quem presidiu, há um ano, à demolição das duas torres. Um acto simbólico que marcou o arranque da construção das cerca de 9.000 camas a instalar no conjunto da Península, repartidas por hotéis, moradias e apartamentos.
Para o primeiro-ministro foi também o primeiro dos muitos projectos imobiliário/turísticos que promete desbloquear, em nome da abertura de novos destinos turísticos e do crescimento económico.
Tróia abre novo destino turístico com 30 mil camas
“A nova Tróia está em marcha e vai criar aquele que será o próximo destino turístico nacional: o litoral alentejano”, sublinha Carlos Beato, presidente da Câmara de Grândola. Na frente atlântica de 40 quilómetrosque liga Tróia a Melides serão instaladas 30 mil camas, “envolvendo investimentos muito superiores a mil milhões de euros.
Somos o concelho com mais investimento do país”. O Tróia Resort, simbolicamente iniciado há um ano, teve um efeito de arrastamento sobre os restantes projectos previstos para a região, reconhece o autarca. “A administração pública foi ganha, tem havido uma preocupação para que não haja desvios”, diz.
Uma alteração justificada pela carácter prioritário atribuído pelo Governo a estes investimentos, que os acolheu no sistema PIN, a ‘via-verde’ para aprovações. Os projectos estruturantes previstos incluem o Tróia Resort, da Sonae e da Amorim Turismo, o empreendimento do Grupo Pestana, também em Tróia, e ainda, a Sul da Península, a Herdade da Comporta, do GES, a Herdade do Pinheirinho, da promotora imobiliária Pelicano e a Herdade Costa Terra, do grupo suíço Volkart.
Fonte: Diário Económico
Gilda Sousa
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