
07/02/07 PORTUGAL: Suspensão sobre as acções da Solverde foi levantada mas o título ainda não negociou
A suspensão sobre a negociação de acções da Solverde na Euronext lisboa, decretada na terça-feira, já foi levantada, disse hoje uma fonte oficial da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Apesar do levantamento da suspensão, durante a sessão de hoje não foi realizado qualquer negócio sobre as acções da empresa, que na terça-feira foi alvo de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) por parte do grupo Violas (accionista maioritário).
Isto porque, apesar da existência de ordens no sistema, o seu preço médio (de 16,01 euros) era superior ao preço de referência em mais de 10%, disse a fonte da Euronext Lisbon.
Quanto tal acontece (ou quando o valor é inferior em mais de 10%), é feita consolidação e encontrado novo preço de referência.
Enquanto no mercado em contínuo este processo demora apenas algumas minutos, no mercado por chamada – onde são negociadas as acções da Solverde e que tem dois leilões diários -, quando a amplitude entre ofertas e preço de referência tem uma diferença de 10% num leilão, só volta a haver possibilidade de negociação no leilão seguinte.
O Grupo Violas lançou terça-feira uma OPA sobre os 25% do capital da Solverde que ainda não detém, oferecendo 17,50 euros por cada acção, o que avalia a empresa que gere o Casino de Espinho e de Vilamoura em 105 milhões de euros.
No comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM), a empresa refere que o BPI é o intermediário financeiro encarregado da assistência à oferta e representante do oferente.
Acrescenta ainda que o grupo de Manuel Violas pretende desenvolver os negócios e a actividade da empresa nos mesmos moldes em que estes têm sido conduzidos até à data.
“É intenção do oferente, enquanto sociedade dominante do grupo em que a sociedade visada se integra, continuar a promover o desenvolvimento da actividade desta, procurando assegurar uma eficiente gestão dos recursos afectos aos seus negócios”, refere.
No documento, o grupo refere ainda que pretende “manter a actual estrutura directiva e de pessoal da sociedade visada, não se prevendo alterações nos actuais órgãos sociais”.
A Solverde – Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde SA. foi fundada em 12 de Abril de 1972 por Manuel Violas, liderando um grupo de investidores da região de Espinho.
Um ano mais tarde a Solverde ganhou a concessão do jogo em Espinho, comprometendo-se a aplicar grande parte dos seus proveitos naquela cidade e em 1982 inaugura o Casino de Espinho, que à data era o maior do país.
Em 1995, a Solverde expandiu a sua actividade para o Algarve, com a concessão dos casinos de Vilamoura, Monte Gordo e Praia da Rocha.
O Grupo Violas foi alvo de uma reestruturação há cerca de um ano, na sequência da redistribuição de participações entre os três irmãos que o controlam: Manuel Violas (filho), Rita Celeste Violas e Sá e Otília Violas Ferreira.
Com a alteração do formato accionista do grupo, foi criada uma nova sociedade – a HVF SGPS – detida exclusivamente pela família de Otília Violas Ferreira e que passou a controlar a participação no BPI, na Corfi e na III – Investimentos Industriais e Imobiliários, anteriormente controlada pela Violas SGPS.
Quanto à Violas SGPS, passou a ser gerida pelas famílias de Rita Celeste Violas e Sá e de Manuel Violas e a concentrar as participações industriais (na Unicer, Solverde e Cotesi).
Fonte: Diário Económico
Tiago Silva com Lusa
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