07/09/05 PORTUGAL: Tróia um projecto com 30 anos
No dia em que começa a renascer o projecto de Tróia, Agência Financeira faz a cronologia dos acontecimentos mais marcantes que ao longo de trinta anos ditaram os avanços e recuos de um dos maiores investimentos turísticos feitos em Portugal.
Anos 70 – Torralta – Club Internacional de Férias inicia construção de empreendimento turístico, com objectivo de criar 70 mil camas no local. As expectativas foram frustradas e a Torralta abre falência.
Setembro de 1997 – Assembleia de credores aprova recuperação da Torralta.
1998 – Imoareia, subsidiária da Sonae Turismo, compra Torralta, com objectivo de transformar a Península de Tróia numa zona de referência para o turismo.
Novembro de 1999 – Sonae assume controlo da Torralta.
2000 – Conselho de Ministros ratifica Plano de Urbanização de Tróia.
2000 – Estado atribui à Grano Salis, do Grupo Sonae, a concessão da zona de jogo de Tróia.
Abril de 2001 – Infratroia, detida pela Sonae Turismo e pela Câmara Municipal de Grândola, anuncia investimento de 10 milhões em infra-estruturas em Tróia até 2005.
Maio de 2001 – Sonae apresenta empresa que vai construir ferries.
Dezembro de 2003 – Américo Amorim e Belmiro de Azevedo chegam a acordo para Tróia, depois de 16 meses de negociações.
Maio de 2004 – Primeira data apontada para o início da obra.
Julho de 2004 – Governo de gestão (na sequência da saída de Durão Barroso) impossibilita Sonae de conseguir autorização para a operação de venda da concessão do jogo de Tróia ao Grupo Amorim.
Janeiro de 2005 – Conselho de Ministros aprova venda da concessão exclusiva de exploração do jogo na Península da Tróia por parte da Sonae à Amorim Turismo.
Fevereiro de 2005 – ATLANTIC Ferries, do Grupo Sonae, assina o contrato de concessão para a exploração das ligações entre Setúbal e Tróia, nos próximos 15 anos.
Abril de 2005 – Sonae revê contrato realizado com o Estado no âmbito da concessão de jogo.
Junho de 2005 – Assinatura de novo contrato entre o Ministério da Economia e a Sonae para o investimento no projecto turístico de Tróia. Ao abrigo do novo acordo ficou definido o plano final de investimentos.
2011 – Estimativa a conclusão do projecto.
Fonte: Agencia Financeira
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PROJECTO EUROPEU EM DESENVOLVIMENTO

The Remote Gambling Observatory aggregates transparent and credible information on the licensed operators in the various jurisdictions of the European Union, monitoring their policies for responsible gambling by internationally recognized and scientifically validated standards.
O Observatório do Jogo Remoto agrega informação, transparente e credível, sobre os operadores licenciados nas diversas jurisdições da União Europeia, monitorizando as suas políticas de jogo responsável através de requisitos reconhecidos internacionalmente e validados cientificamente.
Através das dimensões de análise e indicadores que compõem aqueles requisitos, o Observatório permite efectuar uma avaliação, independente e rigorosa dos operadores, no que respeita às suas políticas de segurança e protecção dos consumidores nas mais variadas vertentes.
Num caminho para uma regulação europeia do mercado do jogo, a transparência e o rigor da informação prestada ao público no que concerne ao jogo responsável, representa um claro contributo dos operadores licenciados para um ambiente de jogo credível, reforçando a confiança dos consumidores na segurança das suas apostas e no conhecimento de um sector comprometido com a qualidade dos seus produtos e com o respeito pelos seus clientes.
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