15/03/08 PORTUGAL: Controlo total seria “dramático” para os casinos
Associação do sector fala em “prejuízos incomensuráveis”
O controlo de todas as transacções realizadas por jogadores num casino é inviável. Quem o diz é Artur Mateus, secretário-geral da Associação Portuguesa de Casinos. Uma reacção às propostas de alteração que PCP e BE avançaram ao diploma que obriga os casinos a identificar os clientes, quando estes movimentem somas iguais ou superiores a 2000 euros – uma medida que visa prevenir o branqueamento de capitais.
A lei, em discussão na especialidade no Parlamento, diz que esta regra é válida para as partidas nas salas de jogo tradicionais (o que equivale ao acumulado jogado por um cliente), enquanto nas salas mistas (onde há máquinas) o controlo é efectuado por operação. É isto que PCP e BE querem ver alterado, em favor de um controle total, argumentando que caso contrário os jogadores facilmente contornam a lei, bastando repetir montantes abaixo dos 2000 euros.
Para Artur Mateus, esta seria uma regra com “prejuízos incomensuráveis para a exploração dos casinos e sem vantagens” no combate ao branqueamento, na medida em que a identificação abarcaria “milhares de pessoas”, muitas das quais se deslocam aos casinos para “jogar cinco ou dez euros nas máquinas”. Um controle através do acumulado, argumenta, obrigaria a sinalizar estas pessoas, um “controlo excessivo”.
Artur Mateus diz também que os casinos já cumprem várias regras tendentes a evitar qualquer possibilidade de lavagem de dinheiro. “Quem entra com dinheiro sai com dinheiro”, afirma, evocando a regra de que um casino só pode emitir um cheque até ao montante que um jogador tenha usado em fichas.
Fonte: Diário de Noticias
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