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PORTUGAL: Obras já estão mudar o rosto à zona de Tróia

Operadores e Casinos de Portugal

08/09/06 PORTUGAL: Obras já estão mudar o rosto à zona de Tróia

Casino de Troia

A implosão de duas torres em Tróia foi o primeiro passo para que uma das zonas de praia preferidas dos setubalenses começasse a mudar, “a ver se ajudam a cidade de Setúbal a mexer, que bem precisa”, disse José Guerreiro, um banhista setubalense, ao DN.

O que era apenas um destino de praia ou um ponto de passagem rumo ao Sul do País está em mudanças, visíveis desde a margem de Setúbal. O cais onde atracam os ferry-boats está agora envolto num cenário bastante diferente.

Os barcos atracavam antes num pontão que tinha uma zona de praia de cada lado, mas agora os banhistas só podem ficar de um lado. O outro está ocupado por montes de areia, máquinas pesadas e o princípio de um pontão que vai acabar por ser incluído numa marina do projecto Tróia Resort. Em primeiro plano, para quem chega por água, surge uma torre em recuperação, que vai albergar um casino e um hotel de cinco estrelas e que deverá ser assim uma prioridade.

Para os automobilistas, acabou-se a saída directa dos barcos, deparando agora com um desvio e mais um edifício a nascer. Apesar de haver um cartaz a indicar as zonas em construção e quais os desvios ao trânsito, não há indicações sobre quais são os objectivos finais de cada edifício nem os respectivos prazos de conclusão. No entanto, para quem venha a pé, está a indicação completa do caminho para outra praia, mais afastada, e que recolhe actualmente a preferência dos veraneantes.

Apesar da entrada em Tróia estar agora mergulhada num cenário de uma grande obra, este não afasta os banhistas. O tráfego de pessoas em fato de banho, com chapéus-de-sol e geleiras rumo ao areal é uma constante. As opiniões dividem-se e, enquanto uns consideram que o projecto da Sonae Turismo não era necessário, há quem o defenda ou não veja inconvenientes.

José e Suzete Guerreiro, moradores em Setúbal, costumam frequentar as praias de Tróia e garantem que “não há qualquer problema em vir à praia aqui. Há as obras, mas não incomodam e chegamos sem qualquer dificuldade às praias.” Admitem que o cenário não é de todo o mais apetecível para uma zona de praia, mas reconhecem ser necessário passar por este período.

Da mesma opinião é o casal Tobias. Apesar de não frequentar aquela zona “há muitos anos, é fácil vir à praia aqui. E parece estar tudo bem organizado, com os desvios bem indicados e bastantes barcos a fazer a travessia.” Quanto aos frequentadores do apart-hotel ali instalado, estes também não se manifestam contra as obras. Questionadas pelo DN, funcionárias do empreendimento garantem que “não houve qualquer queixa, as pessoas fazem a vida delas normalmente. Até porque as obras não estão aqui mesmo em cima e quase não se dá por elas.”

De opinião contrária é Eduardo Martins. Funcionário da empresa de ferry-boats, lamenta o que as obras estão a fazer ali: “Eliminaram metade desta praia. As pessoas saíam do barco e podiam ficar logo aqui na praia e agora têm de ir para longe.” Eduardo Martins sugere que “podiam fazer a marina noutra zona e deixar a praia normalmente”. Sobre o projecto Tróia Resort sublinha que “a maioria dos setubalenses está contra isto, porque depois já cá ninguém pode vir. Estas são das principais praias dos setubalenses”, diz. O funcionário refere ainda que “o cais para os barcos vai ficar mais acima e mais longe das praias”, estando já em construção, enquanto que ali apenas vão chegar barcos de passageiros.

Negócio fraco

As críticas ao projecto chegam também de quem há vários anos faz o seu negócio naquela zona. Marieta e Carla têm uma banca logo à saída dos barcos, mas dizem que “o negócio agora está muito fraco. A um domingo, não se vende nada, passam aqui menos pessoas.” Sobre as obras, referem que “fazem barulho e muito pó, para quem está aqui a vender é muito mau e para quem vem à praia também não há condições – não há um bar ou uma casa de banho sequer”, continuam. “E quando estiver tudo pronto, vai ser pior, porque não sabemos se podemos continuar a vender aqui, apesar de termos licença da câmara. Isto vai ser só para os ricos”, acrescentam. Na zona onde antes se situavam as duas torres, a três quilómetros do cais, há apenas montes de areia, pedras e maquinaria no local, a indicar que alguma actividade ali se desenrola, mas a um ritmo mais lento.

O DN tentou obter esclarecimentos adicionais da administração da Sonae Turismo, mas até à hora do fecho da edição não obtivemos qualquer resposta.

Fonte: Diário de Noticias

Filipe Morais

                                                                                                                                                             

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