07/09/05 PORTUGAL: Tróia cria 2.000 postos de trabalho até 2007
Tróia começa a «nascer» esta quinta-feira, com a implosão de duas torres. O maior empreendimento turístico dos últimos anos em Portugal representa um investimento superior a 400 milhões e a criação de mais de 10.000 postos de trabalho.Só até 2007, 2.000 pessoas poderão conseguir ali emprego, tal como disse em declarações à Agência Financeira o presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato.
Às 16:00 horas do dia 8 de Setembro terá lugar a implosão das duas torres, Verde
Mar e T04, de 16 pisos cada, do complexo da Torralta, excluídas do projecto de requalificação ambiental e urbanístico da Península de Tróia. A implosão marca o arranque de um projecto, que só deverá estar concluído em 2010-2011.
Para o presidente da autarquia responsável pela região, o empreendimento do Grupo Sonae (através da Sonae Turismo) em parceria com a Amorim, «é algo da maior importância para os caminhos que o concelho de Grândola e a Península de Tróia querem vir a percorrer no futuro.»
«É o início de uma nova era, dado que este projecto de Tróia vai com certeza ser um grande motor de afirmação de um novo destino turístico em Portugal, que vai ser a nossa frente atlântica de quase 50 quilómetros e litoral alentejano», acrescenta.
Uma expectativa partilhada pelo presidente da Região de Turismo da Costa Azul, Eufrázio José. Em declarações à Agência Financeira, disse que «este será uma pólo de referência qualificada na oferta turística da região e do próprio país. Neste sentido cremos que este empreendimento integrado poderá contribuir para captar, inclusive, novos mercados.»
«A Costa Azul está empenhada em colaborar e proximamente vamos também, ao nível da promoção do empreendimento, dar o nosso contributo», acrescentou.
Sobre o impacto nas receitas de turismo para a região, o responsável não quis adiantar números, dizendo apenas que «nada será igual, antes e depois, do empreendimento se iniciar e ser concluído. Vai ter um impacto muito grande.», Um projecto que, para já, cria 700 postos de trabalho directos e que em 2007 terá um impacto na ordem dos 2.000 postos de trabalho, «o que faz toda a diferença para esta zona e para a região, onde é necessário, como pão para a boca, fixar população e, nomeadamente, dar oportunidade aos jovens e aos mais qualificados», disse o autarca. O número de postos de trabalho representa só o início em termos de criação de emprego, uma vez que o presidente da Sonae, Belmiro de Azevedo, já tinha avançado que a requalificação e reabilitação de Tróia deveria criar um total de 10.000 postos de trabalho.
Para que a mão-de-obra seja a mais qualificada e haja requalificação de activos nas áreas de hotelaria e turismo, Carlos Beato, disse estarem em «fase muito adiantada» as conversações entre a Câmara, Governo, promotores da região e Instituto de Emprego e Formação Profissional, a constituição de um centro profissional de gestão profissional participada.
Embora a localização ainda não esteja definida, o objectivo é que «avance no princípio do próximo ano para que em 2007, quando as obras estiverem prontas (a primeira fase), já possamos ter um know-how ao nível das diferentes necessidades, sejam elas de restauração, hotelaria, quartos, jardinagem, ou outras», acrescentou o responsável.
O presidente da Câmara não quis, no entanto, adiantar quanto custará este centro, que terá capacidade para formar duas a três centenas de pessoas anualmente.
O empreendimento de Tróia é apenas um dos focos de investimento na zona, de um bolo total que, até 2011, deverá representar mais 30 mil novas camas ao longo de quase 50 quilómetros de costa que vão de Tróia a Melides.
Assim, os investimentos globais rondam os mil milhões de euros, e são as apostas não só dos grupos Sonae e Amorim mas também Pestana, Espírito Santo, Pelicano, Sapec e Costa Terra. Ao todo nove hotéis, quatro em Tróia, dois no Carvalhal e Melides, e um no Pinheirinho.
Além das novas unidade hoteleiras, da marina, do centro de congressos e do casino, estão previstos cinco campos de golfe distribuídos pelas zonas do Carvalhal, Melides, Comporta, Pinheirinho e claro, Tróia. O projecto passará também pela construção de uma zona de moradias, sendo que o plano de pormenor decidiu pôr limites à construção, e a partir de agora a cércea máxima na península são três pisos.
Fonte: Agencia Financeira
Alda Martins
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