09/09/08 PORTUGAL: «Abertura do Casino de Tróia não depende de redução de impostos»
O presidente da empresa Amorim Turismo rejeitou a ideia de que a abertura do Casino de Tróia esteja dependente de uma redução de impostos.
À TSF, Jorge Armindo afirmou que a sua empresa «não pediu uma baixa de impostos», apenas fez um pedido de esclarecimento à Inspecção-Geral de Jogos sobre o regime fiscal a ser aplicado em Tróia.
O presidente da empresa Amorim Turismo, Jorge Armindo, afirma que a sua empresa «não pediu uma baixa de impostos» para a abertura do Casino de TróiaJorge Armindo sublinha que seria impensável que não houvesse uma abertura do casino, tendo em conta o investimento que está a ser feito
O presidente da empresa Amorim Turismo, Jorge Armindo, contrariou a notícia, avançada pela edição de quarta-feira do Jornal de Negócios, que dava conta de que a abertura do Casino de Tróia estaria dependente de uma redução de impostos.
«Nós não pedimos para haver uma baixa de impostos, nós apenas perguntámos, porque há um regime especial, em que as zonas de menor afluência turística e com menos população não podem ter o mesmo tipo de fiscalidade que têm outros casinos, como o Casino de Lisboa, o Casino Estoril ou até mesmo o Casino da Figueira», esclareceu Jorge Armindo.
Em declarações à TSF, Jorge Armindo esclareceu que a empresa está somente a aguardar a resposta a um pedido de esclarecimento feito à Inspecção-Geral de Jogos sobre o regime fiscal a ser aplicado em Tróia.
«O que está aqui em causa é apenas um pedido de esclarecimento, porque tem um efeito enorme sobre a rentabilidade do projecto», afirmou o presidente da Amorim Turismo.
Jorge Armindo frisou, por isso, que «não há aqui qualquer tipo de chantagem, que é algo com o qual eu lido mal, não estamos a tentar forçar o Governo». «Temos as melhores relações para tentar obter esse esclarecimento», considerou.
O presidente da Amorim Turismo sublinhou que seria impensável que não houvesse uma abertura do casino, tendo em conta o investimento que está a ser feito.
«Temos o investimento feito, comprámos esta parte do projecto de Tróia ao Grupo Sonae, pagámos a parte da licença do Casino, portanto temos um investimento fortíssimo, a faltar apenas um algum investimento no interior do Casino», acrescentou.
«Estamos dentro da lei, não estamos a cometer nenhuma ilegalidade», acrescentou Jorge Armindo, que apenas quer fazer valer os direitos da sua empresa e pretende aguardar pelo esclarecimento que foi pedido.
Fonte: TSF
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