08/09/05 PORTUGAL: Jogo de Tróia paga 10% das receitas ao Estado
A Amorim Turismo vai pagar ao Estado 10% sobre as receitas brutas geradas pela exploração do jogo de fortuna e azar em Tróia, quando os outros casinos portugueses têm contrapartidas anuais entre os 30 e os 50%.
Este valor foi contratualizado entre a Sonae e o Estado no âmbito do contrato de investimento que o grupo de Belmiro de Azevedo assinou para a requalificação turística da Torralta.
Na altura em que o contrato de concessão foi aprovado, o Governo justificou o baixo valor da contrapartida pelo projecto de investimento que a Sonae se propunha realizar na península e por se ter encontrado uma solução para o processo judicial da Torralta. A proximidade do casino do Estoril (o maior de Portugal) e as dificuldades de acesso a Tróia foram também apresentadas como entraves à viabilidade económica do projecto.
Agora, o casino de Tróia não tem apenas que se debater com eventual concorrência da sala de jogo do Estoril, mas também com a de Lisboa, que entrará em funcionamento em Fevereiro do próximo ano. De qualquer das formas, o negócio do jogo na capital e proximidades está nas mãos dos mesmos grupos empresariais. É que a Amorim Turismo detém 31,92% da Estoril-Sol, empresa que explora a sala do Estoril e futuramente a de Lisboa.
Outra questão que também será necessário contornar prende-se com um crescimento muito residual das receitas de jogo em Portugal. Fruto da recessão económica, os casinos a operar em Portugal têm visto as suas receitas a estagnar ou a apresentar crescimentos abaixo da inflação. No primeiro semestre deste ano, as oito salas de jogo registaram receitas de 148,2 milhões de euros, um crescimento de 1,92% face ao homólogo de 2004. Mas, apesar de terem conseguido inverter a tendência de quebra iniciada em 2003, o crescimento é ainda muito pequeno.
Recorde-se que estão em desenvolvimento mais dois casinos no país, um em Chaves, da Solverde, e outro em Ponta Delgada, da Martins Mota.
Fonte: Diário Economico
Desde 2004
Visite a nossa página no facebook … aqui
PROJECTO EUROPEU EM DESENVOLVIMENTO

The Remote Gambling Observatory aggregates transparent and credible information on the licensed operators in the various jurisdictions of the European Union, monitoring their policies for responsible gambling by internationally recognized and scientifically validated standards.
O Observatório do Jogo Remoto agrega informação, transparente e credível, sobre os operadores licenciados nas diversas jurisdições da União Europeia, monitorizando as suas políticas de jogo responsável através de requisitos reconhecidos internacionalmente e validados cientificamente.
Através das dimensões de análise e indicadores que compõem aqueles requisitos, o Observatório permite efectuar uma avaliação, independente e rigorosa dos operadores, no que respeita às suas políticas de segurança e protecção dos consumidores nas mais variadas vertentes.
Num caminho para uma regulação europeia do mercado do jogo, a transparência e o rigor da informação prestada ao público no que concerne ao jogo responsável, representa um claro contributo dos operadores licenciados para um ambiente de jogo credível, reforçando a confiança dos consumidores na segurança das suas apostas e no conhecimento de um sector comprometido com a qualidade dos seus produtos e com o respeito pelos seus clientes.
All rights reserved | Todos os direitos reservados | responsiblegambling.eu
Leave A Response
- You must be logged in to post a comment.



























