
05/06/07 PORTUGAL: Empresário quer ser recompensado pelo Estado. Violas diz que é discriminado por ser do Porto
“É muito mais difícil ser empresário no Porto do que em Lisboa”, afirma o empresário Manuel Violas em entrevista ao Porto Canal, que será transmitida amanhã.
Manuel Violas é o presidente executivo de um grupo que factura anualmente 300 milhões de euros.
Manuel Violas exige ser recompensado pelo Estado português pelo facto de o seu grupo por ter sido seriamente prejudicado no processo da venda da Galp e na autorização dada à Stanley Ho para abrir o Casino Lisboa, que alterou as regras estabelecidas no sector do jogo no nosso país.
“É muito mais difícil ser empresário no Porto do que em Lisboa”, disse, em entrevista ao Porto Canal (que irá para o ar amanhã, 4ª feira, às 22 horas), o presidente executivo do grupo Violas.
Este grupo, baseado em Espinho, factura anualmente 300 milhões de euros e tem interesses em quatro sectores: o jogo e turismo (a Solverde é concessionária das zonas de jogo de Espinho, Algarve e Vidago); têxtil (é lider mundial na produção e distribuição de fio sintético para a uso agrícola, com fábricas em Portugal, Brasil e Estados Unidos); bebidas (controla a Unicer); e educação (é dono do Colégio Luso-Internacional do Porto).
“Nós pagamos 60 milhões de euros pela concessão de Espinho enquanto que a Estoril Sol de Stanley Ho só teve de pagar 30 milhões pela Lisboa”, afirma Manuel Violas, acrescentando que desde que abriu o Casino Lisboa a Solverde perdeu 4% de quota de mercado no jogo, caindo de 30% para 26%.
O grupo Violas liderava o consórcio Petrocer que perdeu na secretaria o concurso para a venda de 50% da petrolífera uma posição de 40,87% no capital da petrolífera.
Fonte: Expresso
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