27.12.2012 – A Suécia foi objecto de criticas por parte da Comissão Europeia por não ter gerido adequadamente o monopólio do jogo. A televisão Sueca informou estes dias que se vai apresentar uma nova lei antes das eleições de 2014. Actualmente, para além do Estado, clubes e organizações como as associações desportivas ou os partidos políticos têm permitido organizar jogos de azar na Suécia.
O que sucede é que muitas empresas podem chegar aos clientes na Suécia através da Internet, onde, como sustem Michel Barnier, comissário europeu responsável da indústria de jogos de azar, a Suécia é demasiado permissiva.
“É inaceitável que as empresas que operam através da Internet, de propriedade privada ou pública não possam controlar a idade dos clientes antes de vender um serviço. Escrevi às autoridades suecas há m par de semanas, pedindo que se aclare a situação do mercado dos jogos online” disse Barnier na televisão sueca.
O ministro sueco Peter Norman respondeu que o governo tem a intenção de propor uma nova maneira de regular o mercado de apostas antes de 2014.
Fonte: AGICOSnews
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REGULAÇÃO
Em boa hora enviámos para a Comissão Europeia o entendimento que norteia o nosso trabalho desde 2004
Entendemos que devem ser elaborados estudos em prestigiadas universidades, em cooperação com operadores e reguladores, recorrendo às bases de registos dos jogos na internet para estudar com precisão os comportamentos e os hábitos dos jogadores. Os resultados destes estudos podem proporcionar uma base empírica à comunidade científica internacional na área da investigação em comportamentos de dependência
Entendemos que devem ser lançadas campanhas maciças de educação, através de diversos canais de comunicação, com o objectivo de chegar efectivamente a toda a população, de maneira que esta possa perceber que existe uma verdadeira politica europeia em relação ao jogo e que as condições para um exercício responsável da actividade estão dadas
Sublinhamos a necessidade de criar observatórios do jogo que alertem e informem os consumidores sobre as práticas de cada operador. Estes observatórios poderão ser um incentivo para a implementação de boas práticas nos seus sítios de jogo online. A diferenciação positiva. A transparência dos operadores poderá traduzir-se num capital de confiança junto dos jogadores.
Entendemos que deverão ser criadas redes de assistência para jogadores compulsivos, começando pelos centros que já estão a trabalhar no tratamento das adições. Esses centros deverão funcionar sobre uma plataforma tecnológica adequada que permita o intercâmbio de experiências, a actualização de conhecimentos e a colaboração mútua.
Problema de saúde pública
DESDE 2004
EDUCAÇÃO/PREVENÇÃO
O programa Jogo Responsável deverá contribuir para assegurar a protecção dos indivíduos, e da sociedade em geral, das consequências negativas do jogo e apostas a dinheiro e simultaneamente proteger o direito de quem pretende jogar.
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