03.10.2012 – Com base na mais recente informação sobre a actividade no Congresso dos Estados Unidos, pode-se concluir que é pouco provável que se consiga consolidar uma legislação sobre a indústria das apostas e o jogo online no país antes do fim de 2012.
Isto reitera-se com as declarações que o principal responsável da Associação americana de Jogo, Frank Fahrenkopf Jr. Feitas recentemente a um grupo de repórteres na cidade de Las Vegas, Nevada. Nas suas declarações o executivo comentou que não acredita que uma lei a nível federal se aprove nos próximos meses.
O facto que as eleições presidenciais estão prestes a começar, no próximo mês de Novembro, faz com que o tema passe seguramente para um segundo plano nestes momentos dando-se prioridade à eleição que está a ponto de começar entre Obama y Romney no dito país.
De acordo com as estatísticas disponíveis e que sustentam o projecto de lei, uns 85 países do mundo já legalizaram as apostas online e estima-se que a indústria gera uns 35 bilhões de dólares em negócios ao ano, entre os quais se incluem usuários localizados nos Estados Unidos.
A indústria tradicional do jogo, que compreende os casinos, casas de apostas, e demais negócios envolvidos, mostraram igualmente um crescimento importante nos Estados Unidos, já que em 18 dos 21 estados onde se permite o jogo e as apostas de forma comercial, os negócios autorizados reportaram um aumento dos seus lucros ao compara-los com os valores do anos anterior.
O facto de que estão sendo construídos novos casinos físicos, incluindo os controlados pelas tribos nativas americanas intensifica a necessidade de acelerar uma decisão sobre o marco legal da indústria, a qual, com base neste suposto, seguramente começará a ser reavaliada no começo de 2013.
Fonte: Sector del Juego
Tradução: Observatório do Jogo Remoto
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REGULAÇÃO
Em boa hora enviámos para a Comissão Europeia o entendimento que norteia o nosso trabalho desde 2004
Entendemos que devem ser elaborados estudos em prestigiadas universidades, em cooperação com operadores e reguladores, recorrendo às bases de registos dos jogos na internet para estudar com precisão os comportamentos e os hábitos dos jogadores. Os resultados destes estudos podem proporcionar uma base empírica à comunidade científica internacional na área da investigação em comportamentos de dependência
Entendemos que devem ser lançadas campanhas maciças de educação, através de diversos canais de comunicação, com o objectivo de chegar efectivamente a toda a população, de maneira que esta possa perceber que existe uma verdadeira politica europeia em relação ao jogo e que as condições para um exercício responsável da actividade estão dadas
Sublinhamos a necessidade de criar observatórios do jogo que alertem e informem os consumidores sobre as práticas de cada operador. Estes observatórios poderão ser um incentivo para a implementação de boas práticas nos seus sítios de jogo online. A diferenciação positiva. A transparência dos operadores poderá traduzir-se num capital de confiança junto dos jogadores.
Entendemos que deverão ser criadas redes de assistência para jogadores compulsivos, começando pelos centros que já estão a trabalhar no tratamento das adições. Esses centros deverão funcionar sobre uma plataforma tecnológica adequada que permita o intercâmbio de experiências, a actualização de conhecimentos e a colaboração mútua.
DESDE 2004
EDUCAÇÃO/PREVENÇÃO
O programa Jogo Responsável deverá contribuir para assegurar a protecção dos indivíduos, e da sociedade em geral, das consequências negativas do jogo e apostas a dinheiro e simultaneamente proteger o direito de quem pretende jogar.
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