08.10.2012 – Rapidamente, o jogo online ganha quota de mercado em Espanha. 3,3% do mercado durante 2011, segundo o último relatório acabado de publicar pelo Ministério das Finanças e da Administração Pública. As lotarias permanecem as dominadoras absolutas, com praticamente 53% da receita líquida, seguidas das máquinas, que rondam 34%. Os bingos contabilizam 7,9% e os casinos, os 2,1% restantes.
A sua chegada vem como um choque para um sector que não é estranho à crise. A receita líquida continua em queda livre iniciada durante 2008. No caso da Galiza, o volume de dinheiro movido pelas empresas ficou-se em 405 milhões de euros, para um total em todo o Estado de 9.244 milhões. Catalunha e Andaluzia, as duas, rondam os 1.500 milhões de euros, lideram o ranking, seguidas por Madrid, onde os operadores obtiveram 1.350 milhões de euros. A facturação em Valência alcançou os 992 milhões, 623 em Castela e Leão, 428 no País Basco e 415 milhões nas Canarias. Codere y Egasa,
Previsão
O relatório do Tesouro estima um mercado online no ano passado em Espanha de uns 300 milhões de euros, com a matiz de que só dispõe de dados “fidedignos” dos últimos sete meses. Para o actual exercício, o crescimento calculado será “moderado”, em torno dos 300 ou 400 milhões de euros, pelo compasso de espera das licenças que se acabam de conceder. Entre elas, a duas firmas galegas, entre as grandes da actividade em Espanha. Codere y Egasa, que concordaram juntamente com a empresa estrangeira Kambi.
Para 2013, a Direcção-Geral do Jogo aponta para receitas na modalidade online entre 600 e 700 milhões. “A médio prazo seria razoável pensar que alcançará volumes superiores aos 1.000 milhões”, assinala o organismo.
Fonte: Sector del Juego
Tradução: Observatório do Jogo Remoto
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REGULAÇÃO
Em boa hora enviámos para a Comissão Europeia o entendimento que norteia o nosso trabalho desde 2004
Entendemos que devem ser elaborados estudos em prestigiadas universidades, em cooperação com operadores e reguladores, recorrendo às bases de registos dos jogos na internet para estudar com precisão os comportamentos e os hábitos dos jogadores. Os resultados destes estudos podem proporcionar uma base empírica à comunidade científica internacional na área da investigação em comportamentos de dependência
Entendemos que devem ser lançadas campanhas maciças de educação, através de diversos canais de comunicação, com o objectivo de chegar efectivamente a toda a população, de maneira que esta possa perceber que existe uma verdadeira politica europeia em relação ao jogo e que as condições para um exercício responsável da actividade estão dadas
Sublinhamos a necessidade de criar observatórios do jogo que alertem e informem os consumidores sobre as práticas de cada operador. Estes observatórios poderão ser um incentivo para a implementação de boas práticas nos seus sítios de jogo online. A diferenciação positiva. A transparência dos operadores poderá traduzir-se num capital de confiança junto dos jogadores.
Entendemos que deverão ser criadas redes de assistência para jogadores compulsivos, começando pelos centros que já estão a trabalhar no tratamento das adições. Esses centros deverão funcionar sobre uma plataforma tecnológica adequada que permita o intercâmbio de experiências, a actualização de conhecimentos e a colaboração mútua.
Problema de saúde pública
DESDE 2004
EDUCAÇÃO/PREVENÇÃO
O programa Jogo Responsável deverá contribuir para assegurar a protecção dos indivíduos, e da sociedade em geral, das consequências negativas do jogo e apostas a dinheiro e simultaneamente proteger o direito de quem pretende jogar.
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