Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa: Processo 4233/2007-5 1. O prazo de 72 horas previsto no n.º 5 do artigo 178º do Código de Processo Penal constitui o prazo dentro do qual a autoridade ...
Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa: Processo 2728/2007-5 1 – Para o efeito de incriminação, por jogo ilícito, face ao art. 108º do DL nº 422/89, de 2 de Dezembro, a diferença entre os ...
Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa: Processo 6227/2007-3 A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, na qualidade de requerente de uma providência cautelar decretada contra duas sociedades, tem legitimidade para se constituir como assistente ...
Acórdão do Tribunal da Relação do Porto: Processo 0742168 O que distingue os jogos de fortuna ou azar das modalidades afins é, por um lado, o facto de nestas as operações serem oferecidas ao público ...
Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa: Processo 4727/2007-5 Um jogo tradicionalmente conhecido como “rifas” ou “tômbola” não é um jogo de diversão por o resultado do mesmo não depender exclusiva ou fundamentalmente da perícia ...
Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra: Processo 19/05.5FDCBR.C1 I. Pode definir-se o jogo de fortuna e azar como aquele em que o domínio de um evento desencadeado ou induzido pela acção humana escapa à ...
Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra: Processo 3/05.9FACTB.C1 I- Não existindo o mínimo factor de perícia, sorte ou azar do utente não se pode dizer que haja “jogo”, como acontece quando o cliente se ...
Acórdão do Tribunal da Relação do Porto: Processo 0617238 Fora dos locais legalmente autorizados, é ilícita a exploração de jogos cujo resultado dependa exclusivamente do acaso, mesmo que desse resultado não advenha vantagem ou desvantagem ...
Acórdão do Tribunal da Relação do Porto: Processo 0543213 O Departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa não tem competência para o processamento de contra-ordenação concretizada em exploração ilicita de rifa. ...